Uma das fronteiras que a internet precisa ultrapassar, apesar dos seus múltiplos avanços, é o problema relativo à filtragem das informações. Esse, hoje, é um dos seus principais obstáculos e, em alguns aspectos, crucial. Ao realizar a pesquisa de um determinado assunto em qualquer site de buscas, as opções apresentadas são infinitas. Muitas irrelevantes, desnecessárias mesmo. O trabalho da filtragem, a perda de tempo, a dificuldade com a banda larga, em alguns lugares do país e a infinidade de possibilidades, chegam a ser um desestímulo para quem procura. Aqui e ali surgem inovações, como sites aglutinadores ou blogs com determinados assuntos específicos. Mas a difusão ainda é incipiente, confusa e não massificada. Encontrar esses caminhos não tem sido fácil. É tão difícil uma solução quanto tem sido para a velha mídia encontrar o rumo exato para continuar existindo dentro de suas estruturas empresariais no modelo original. O jornal americano The New York Times já tem até data para de...
Assim ele assina. Fez a TV no Brasil e muito já se escreveu sobre ele. Lá na frente muitas biografias serão publicadas. Afinal trata-se de um gênio da raça. Guardo a impressão de que a qualquer coisa que se dedicasse a faria grandiosa. Sagacidade, cultura, inteligência e senso de oportunidade. Antes de voltar aos problemas atuais da TV no Brasil vou me deter em alguns artigos sobre esse personagem raro na cultura brasileira. Se por acaso um dia ele aparecer no seu caminho se prepare: que suas primeiras palavras sejam breves, inteligentes e apropriadas para o momento. Do contrário ele passará como um raio. Entende não só de TV. Bem informado, antenado com os novos tempos da comunicação e amigo dos seus amigos sabe também tudo de vinhos, de voos, de comida, de gente e de remédios. O Boni é assim. Para deter sua atenção é preciso perspicácia, profundo senso de abordagem, formulação correta e poder de síntese. Do contrário ele não abrirá a boca. Pode beirar a antipatia. Mas se...
Esse setor reflete muito bem a imagem do Brasil. Pujante, com faturamento de fazer inveja aos grandes grupos financeiros internacionais. É possível que seja o setor que mais cresce na economia brasileira, apesar da crise. Deve estar movimentando mais dinheiro que a indústria de telefonia e afins. São bilhões e bilhões. Com o devido apoio e olhos fechados da ANVISA. Esta, a Agencia Reguladora de Vigilância Sanitária que cuida do setor. O negócio é tão bom, tão bom que farmácia hoje é um negócio controlado por bancos e grandes grupos de investimentos. As margens de lucro são de fazer inveja a qualquer outro setor da economia brasileira. A Agencia Reguladora parece não regular nada. Quase nada produz que beneficie o consumidor. Ela é o exemplo perfeito e acabado de que o Estado brasileiro necessita de uma reforma muito mais profunda do que apenas uma reforma do governo. Em 3 de maio de 2017 entrei numa farmácia PAGUE MENOS na avenida Nossa Senh...
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